DiferenteGuarabira (PB) – Cena de Apartheid. Foi assim que alguns observadores viram armado, no desfile de 7 de setembro de Guarabira, dois palanques. O da Prefeitura Municipal, considerado do povão, e o do Colégio da Luz, que abrigava os ricos da cidade.
O detalhe, visto por Mestre Bedelho (pitaqueiro de plantão do Fato a Fato) e curiosos que enviaram fotos para a editoria do blog, mostra que a direção do Colégio da Luz e seus nobres convidados não queriam se misturar com as pessoas do palanque da Prefeitura de Guarabira.
Uma autoridade, que estava no meio do povo durante o desfile, disse que cena como essa se viu na década de 60/70 na cidade de Mari. Lá, durante as comemorações da Semana da Pátria, havia o palanque do prefeito e o dos mais afortunados financeiramente (ricos).
Desrespeito – Um outro detalhe observado por Bedelho foi o seguinte: Quando o Colégio da Luz terminou seu desfile, a direção do educandário, professores e convi
dados foram embora, retiraram a decoração do palanque, sem esperar pela apresentação das outras escolas.
O nosso pitaqueiro de plantão, que disse ter assistido a marcha da esquina da Casa da Cultura, considerou a cena como total falta de respeito ao “7 de setembro” e para com os colégios que ainda iam desfilar.
O detalhe, visto por Mestre Bedelho (pitaqueiro de plantão do Fato a Fato) e curiosos que enviaram fotos para a editoria do blog, mostra que a direção do Colégio da Luz e seus nobres convidados não queriam se misturar com as pessoas do palanque da Prefeitura de Guarabira.
Uma autoridade, que estava no meio do povo durante o desfile, disse que cena como essa se viu na década de 60/70 na cidade de Mari. Lá, durante as comemorações da Semana da Pátria, havia o palanque do prefeito e o dos mais afortunados financeiramente (ricos).
Desrespeito – Um outro detalhe observado por Bedelho foi o seguinte: Quando o Colégio da Luz terminou seu desfile, a direção do educandário, professores e convi
dados foram embora, retiraram a decoração do palanque, sem esperar pela apresentação das outras escolas.O nosso pitaqueiro de plantão, que disse ter assistido a marcha da esquina da Casa da Cultura, considerou a cena como total falta de respeito ao “7 de setembro” e para com os colégios que ainda iam desfilar.
Do Fato a Fato
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