
São Paulo (SP) - Irritada com a derrota por 3 a 1 contra o Santos, uma facção da torcida organizada do Corinthians, a da Rua São Jorge, tentou invadir o vestiário do time, em tentativa que acabou sendo frustrada por causa da ação dos seguranças do time.
Com a partida finalizada, o técnico Tite e os jogadores do Corinthians foram alvos de protestos. O treinador foi xingado, e os atletas tiveram que lidar com cobranças: "tem que ser homem pra jogar no Coringão", gritaram os torcedores.
O gerente de futebol do Corinthians, o ex-jogador Edu Gaspar, afirmou após o jogo que o técnico Tite vai permanecer no comando da equipe.
“Tem que levantar a cabeça. Não pode ficar lamentando. É um direito da torcida de cobrar e a gente tem que aceitar”, relevou o zagueiro Chicão na saída do gramado.
Depois, na entrevista coletiva, o técnico Tite disse que respeita os gritos da torcida pedindo a sua saída, mas afirmou que continuará normalmente no comando do Corinthians. O treinador recusou receber os torcedores para atender a uma requisição deles. "Digo que respeito o torcedor, mas peço que respeitem a minha conduta. Não falo com ninguém não".
Quem acabou falando com os torcedores do lado de fora do Pacaembu foi o gerente de futebol do Corinthians, Edu Gaspar. Ele ouviu reclamações furiosas sobre o desempenho do técnico Tite na partida, e 'pediram a cabeça' do treinador.
É neste clima de pressão que o Corinthians tem outra 'pedreira' pela frente: o clássico contra o São Paulo, na próxima quarta-feira, no Morumbi.
Com a partida finalizada, o técnico Tite e os jogadores do Corinthians foram alvos de protestos. O treinador foi xingado, e os atletas tiveram que lidar com cobranças: "tem que ser homem pra jogar no Coringão", gritaram os torcedores.
O gerente de futebol do Corinthians, o ex-jogador Edu Gaspar, afirmou após o jogo que o técnico Tite vai permanecer no comando da equipe.
“Tem que levantar a cabeça. Não pode ficar lamentando. É um direito da torcida de cobrar e a gente tem que aceitar”, relevou o zagueiro Chicão na saída do gramado.
Depois, na entrevista coletiva, o técnico Tite disse que respeita os gritos da torcida pedindo a sua saída, mas afirmou que continuará normalmente no comando do Corinthians. O treinador recusou receber os torcedores para atender a uma requisição deles. "Digo que respeito o torcedor, mas peço que respeitem a minha conduta. Não falo com ninguém não".
Quem acabou falando com os torcedores do lado de fora do Pacaembu foi o gerente de futebol do Corinthians, Edu Gaspar. Ele ouviu reclamações furiosas sobre o desempenho do técnico Tite na partida, e 'pediram a cabeça' do treinador.
É neste clima de pressão que o Corinthians tem outra 'pedreira' pela frente: o clássico contra o São Paulo, na próxima quarta-feira, no Morumbi.
Do Uol Esportes
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