
Moradores dos morros do Adeus e da Baiana, vizinhos ao Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, pediram que a atuação do Exército no conjunto de favelas fosse ampliada para as duas comunidades, afirmou nesta quarta-feira (7) o comandante do CML (Comando Militar do Leste), o general Adriano Pereira Júnior. Militar admitiu que não teve como explicar o motivo do "buraco negro" de atuação nessas áreas.
Na noite desta terça-feira (6), um intenso tiroteio assustou moradores do Alemão, ocupado pela Força de Pacificação desde novembro do ano passado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os disparos partiram dos morros do Adeus e da Baiana, que, embora façam parte do Alemão, não foram ocupados pelos militares.
Em entrevista coletiva nesta quarta, o general contou que chegou a ser procurado por moradores e disse não saber explicar porque as duas comunidades ficaram de fora do planejamento feito pela Secretaria de Segurança para a atuação dos militares.
- Moradores me procuraram pedindo que se estendesse a ocupação. Não sei explicar porque ficaram de fora.
Pereira Junior explicou que o planejamento foi definido na época pelo Ministério da Defesa e pela Secretaria de Segurança Pública do Rio. De acordo com o secretário José Mariano Beltrame, na ocasião, as duas comunidades não tinham o mesmo nível de domínio do tráfico em relação às demais.
- A reflexão deles naquele momento foi de que o batalhão da área poderia absorver as demandas.
Após os ataques de terça, a Polícia Militar ocupou as duas comunidades por tempo indeterminado. De acordo com o comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio de Brito Duarte, o efetivo nos morros do Adeus e da Baiana terá 120 policiais.
- Vamos dar prioridade aos pontos altos e mais 11 pontos ao redor dos morros. São 120 homens que vão ocupar Adeus e Baiana dia e noite, por tempo indeterminado. A determinação partiu do comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Duarte. Varredura
Militares faziam uma varredura na tarde desta quarta-feira (7) nas favelas do Alemão para reprimir a venda de drogas na região. O major Marcus Rebouças, relações públicas do Exército, informou que a corporação recebeu informações do setor de inteligência de que traficantes de outras favelas estariam fugindo para o Alemão para reforçar o domínio territorial.
Os carros blindados do Exército foram recebidos com fogos na comunidade, no início desta tarde, o que indica que pode haver traficantes no local. Barricadas foram montadas na rua Joaquim de Queiroz, um dos principais acessos à favela, para evitar a passagem dos militares.
Foram encontradas cinco bombas de fabricação caseira na manhã desta quarta-feira, na rua Nova, no acesso à favela da Grota, um dos acessos ao Alemão.
Segundo eles, as bombas foram jogadas contra os agentes da Força de Pacificação na noite de terça-feira, após o intenso tiroteio na comunidade.
Na noite desta terça-feira (6), um intenso tiroteio assustou moradores do Alemão, ocupado pela Força de Pacificação desde novembro do ano passado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os disparos partiram dos morros do Adeus e da Baiana, que, embora façam parte do Alemão, não foram ocupados pelos militares.
Em entrevista coletiva nesta quarta, o general contou que chegou a ser procurado por moradores e disse não saber explicar porque as duas comunidades ficaram de fora do planejamento feito pela Secretaria de Segurança para a atuação dos militares.
- Moradores me procuraram pedindo que se estendesse a ocupação. Não sei explicar porque ficaram de fora.
Pereira Junior explicou que o planejamento foi definido na época pelo Ministério da Defesa e pela Secretaria de Segurança Pública do Rio. De acordo com o secretário José Mariano Beltrame, na ocasião, as duas comunidades não tinham o mesmo nível de domínio do tráfico em relação às demais.
- A reflexão deles naquele momento foi de que o batalhão da área poderia absorver as demandas.
Após os ataques de terça, a Polícia Militar ocupou as duas comunidades por tempo indeterminado. De acordo com o comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio de Brito Duarte, o efetivo nos morros do Adeus e da Baiana terá 120 policiais.
- Vamos dar prioridade aos pontos altos e mais 11 pontos ao redor dos morros. São 120 homens que vão ocupar Adeus e Baiana dia e noite, por tempo indeterminado. A determinação partiu do comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Duarte. Varredura
Militares faziam uma varredura na tarde desta quarta-feira (7) nas favelas do Alemão para reprimir a venda de drogas na região. O major Marcus Rebouças, relações públicas do Exército, informou que a corporação recebeu informações do setor de inteligência de que traficantes de outras favelas estariam fugindo para o Alemão para reforçar o domínio territorial.
Os carros blindados do Exército foram recebidos com fogos na comunidade, no início desta tarde, o que indica que pode haver traficantes no local. Barricadas foram montadas na rua Joaquim de Queiroz, um dos principais acessos à favela, para evitar a passagem dos militares.
Foram encontradas cinco bombas de fabricação caseira na manhã desta quarta-feira, na rua Nova, no acesso à favela da Grota, um dos acessos ao Alemão.
Segundo eles, as bombas foram jogadas contra os agentes da Força de Pacificação na noite de terça-feira, após o intenso tiroteio na comunidade.
Marcelo Bastos / R7
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