Guarabira (PB) – A Polícia Militar, através de soldados do Pelotão de Trânsito do IV BPM impediu, alegando está cumprindo ordens superiores, que o artista popular José Guilherme (integrante do Grupo Taliban) pudesse expor sua arte, durante a visita do governador Ricardo Coutinho, realizada no sábado (28), a cidade de Guarabira.
Guilherme confeccionou um barco de isopor, na cor azul e amarela, expondo-o na entrada do Colégio Estadual de Guarabira, local onde o governador e comitiva debatiam o chamado “Orçamento Democrático”.
Soldados do trânsito, que fa
ziam o controle da passagem de veículos, sequer notavam o manifesto de José Guilherme. Mas, de repente, veio alguém de dentro do Colégio Estadual, falou ao ouvido de um dos militares que, de pronto pediu para o artista retirar o barco daquela localidade.
Num primeiro momento, o artista se recusou a retirar sua arte do local, alegando ser apenas um manifesto pacífico, sem violência. No entanto, um dos militares disse estar cumprindo ordens superiores, vindas de dentro do Colégio Estadual. E, finalmente, mesmo com o protesto do autor da obra e de populares, o barco foi retirado, sem autorização de Zé Guilher
me e posto dentro do muro do Posto de Saúde, para que ninguém pudesse o que diziam algumas frases de efeitos.
Na lateral do barco, alertando o governador sobre a forma dúbia de fazer política do casal Toscano (Léa é do PSB e Zenóbio do PSDB), o artista expôs: “Eliminando a erva daninha, os girassóis flôreceram”. Logo abaixo, Zé Guilherme protesta: “Zenóbio Toscano. Uma barca furada”.
O barco possui uma cabine, na cor amarela, com a foto de Léa Toscano e logo atrás a seguinte frase: “Preservar amizade, tem que ter empenho”. O artista ainda não deu declarações para a imprensa sobre o ocorrido.
Guilherme confeccionou um barco de isopor, na cor azul e amarela, expondo-o na entrada do Colégio Estadual de Guarabira, local onde o governador e comitiva debatiam o chamado “Orçamento Democrático”.
Soldados do trânsito, que fa
Num primeiro momento, o artista se recusou a retirar sua arte do local, alegando ser apenas um manifesto pacífico, sem violência. No entanto, um dos militares disse estar cumprindo ordens superiores, vindas de dentro do Colégio Estadual. E, finalmente, mesmo com o protesto do autor da obra e de populares, o barco foi retirado, sem autorização de Zé Guilher
Na lateral do barco, alertando o governador sobre a forma dúbia de fazer política do casal Toscano (Léa é do PSB e Zenóbio do PSDB), o artista expôs: “Eliminando a erva daninha, os girassóis flôreceram”. Logo abaixo, Zé Guilherme protesta: “Zenóbio Toscano. Uma barca furada”.
O barco possui uma cabine, na cor amarela, com a foto de Léa Toscano e logo atrás a seguinte frase: “Preservar amizade, tem que ter empenho”. O artista ainda não deu declarações para a imprensa sobre o ocorrido.
Do Fato a Fato
OPINIÃO DO BLOG FATO A FATO – Esse é o estilo ZT e RC de agir em relação às manifestações artísticas. Queríamos saber o que dizem Nana Rodrigues, Angelucio Fabião, Adriano Dias, Leledo, Levi Lobão, Benjamim Carlos, Raminho Taliban, entre outros da Associação Cultural de Guarabira, acerca do que fizeram com José Guilherme e sua arte. Simplesmente a Policia Militar, ordenada por superior, impediu o artista de manifestar o seu pensamento, retirando, sem sua autorização, o objeto de protesto de local estratégico. Trata-se de crime contra a liberdade de expressão. Está previsto no Artigo 5° da Constituição Federal. Portanto, quem ordenou e cumpriu a ordem, deveriam ser punidos na forma da lei. Imagine Zenóbio prefeito de Guarabira outra vez. O que seriam dos artistas?
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