Os médico efetivos do Hospital de Emergência e Trauma protocolaram um documento na tarde desta terça-feira (dia 31), na Secretaria de Saúde do Estado, na Direção do Hospital e no Conselho Regional de Medicina, comunicando que num prazo de 72 horas eles vão entregar os plantões. A informação é do médico Paulo Ramalho, que integra a comissão dos médicos efetivos do Trauma.
Ele disse que eles querem apenas que o Governo faça a isonomia entre os efetivos e os prestadores de serviços, cujo valor do plantão deva ficar em mil reais por cada 12 horas de trabalho. Paulo também revelou que ao mesmo tempo em que o documento comunicando a entrega dos plantões era entre na secretaria, no trauma e no CRM, os diretores do Sindicato dos Médicos estava reunido com o Procurador chefe do Ministério Público do trabalho, Eduardo Varandas.
No encontro eles explicaram a situação salarial da categoria e as condições de trabalho, segundo a categoria marcada por muitos problemas que vão desde a falta de um simples medicamento, até equipamentos quebrados para a realização de exames pra complexos e detalhados.
Paulo Ramalho disse que o Procurador do Ministério Público do Trabalho concordou com pedido de isonomia entre os efetivos e os prestadores de serviços e se comprometeu em cobrar do Governo uma solução para o impasse e até mesmo a entrar com juma ação de improbidade administrativa contra os Secretários de Saúde e da Administração e contra o Governador.
Os 15 médicos do quadro efetivo do Hospital de Trauma reivindicaram que o Governo pague a eles o meso valor que vai ser pago aos médicos prestadores de serviços, que é de mil reais por cada plantão de 12 horas, o que no final do mês corresponde a um salário bruto em torno de oito mil reais.
No entanto, Paulo Ramalho explicou que o Governo só quer pagar 640 pelo plantão dos médicos efetivos por plantões de 12 horas e as mesmas atribuições dos cooperados, ficando no final do mês com um salário e torno de cinco mil reais.
Ele disse que o documento foi protocolado às 16 horas desta terça-feira e por tanto eles vão esperar por uma resposta do Governo até às 16 horas da sexta-feira (dia 3) e se não houver uma resposta os 15 médicos efetivos vão entregar o plantão.
Jona

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