O que se projetava como fase de descanso depois de uma longa fase de campanha acabou em tragédia no PMDB. O chefe de gabinete do presidente nacional Michel Temmer, Julio Bono, 55 anos, morreu afogado, ontem, em Porto de Galinhas onde estava para passar o fim-de-semana prolongado com o feriado de 15 de novembro. O sepultamento será hoje em Brasília.
Informações preliminares repassadas ao portal WSCOM dão conta que ele estava nadando na praia de Pernambuco quando foi puxado pelo correnteza e se afogado chegando a óbito no local gerando pânico na família e nos amigos que estavam na mesma viagem.
O presidente Michel Temmer soube da noticia em Buenos Aires, onde se encontrava com a família, mas cancelou o pouco de tempo de descanso para participar dos funerais de Julio Bono.
O ex-assessor de Temmer era considerado o mais próximo dos auxiliares do presidente da Câmara Federal, tanto que era considerado um coringa, tipo “faz tudo”.
QUEM ERA - Bono tinha 55 anos e era assessor de Temer desde quando o deputado era Secretário de Segurança Pública de São Paulo no início dos anos 90. Oficial da reserva, Bono participou ativamente da campanha eleitoral. Ele foi um dos responsáveis pelas finanças e era assessor pessoal do candidato à vice-presidência.
Temer soube da morte do assessor em Buenos Aires, onde está participando do 6º Foro Ibero-Americano de Parlamentares. Ele comentou com amigos que estava chocado e que havia perdido um amigo de muitos anos. Bono tinha lugar certo como chefe de gabinete de Temer na vice-presidência, mesmo cargo que ocupava agora na Câmara dos Deputados.
“Temer perdeu um amigo, um conselheiro e a pessoa de sua maior confiança pessoal e política”, disse o deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE), tesoureiro do PMDB e chefe de Bono na estrutura partidária.
Bono costumava cuidar das finanças pessoais de Temer e recebi até mesmo cheques em branco do deputado.
A causa da morte foi afogamento segundo amigos que estavam com ele em Porto de Galinhas. Ele foi nadar e arrastado pela correnteza, não conseguiu voltar. Ele passava férias em Pernambuco.
WSCOM Online
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