Apesar da publicação dos valores do projeto de reajuste dos policiais militares e civis, agentes penitenciários e bombeiros, a greve dos policiais civis continua na Paraíba. A categoria não concorda com os valores apresentados e pede a equiparação com os salários pagos em Sergipe. O vice-presidente da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol-PB), Sandro Roberto Bezerra, disse que o movimento prossegue firme e já conseguiu adesão de 80% em todo o Estado. “Enquanto os valores não forem corrigidos, nossa greve continua”, afirmou.
A expectativa da categoria é que amanhã seja aberto um canal de diálogo com o chefe da Casa Civil, Inaldo Leitão. “Estamos aguardando ele nos dar um posicionamento, informando o horário em que devemos nos encontrar”, disse Bezerra. Estão em greve desde o último dia 25, os agentes de investigação, motoristas e escrivães. Segundo a Aspol-PB, apenas a Central de Polícia e a 9ª Delegacia Distrital, em Mangabeira, estão abertas para atender o público. Informação que foi desmentida pelo delegado-geral da Polícia Civil, Canrobert Rodrigues na semana passada. Ontem, no entanto, ele não atendeu as ligações para falar sobre o assunto. As tabelas com os reajustes foram publicadas no domingo no Diário Oficial, com a assinatura do governador José Maranhão, derrotado nas urnas no segundo turno. A categoria em greve quer a correção dos valores imediatamente, sob pena de dar prosseguimento ao movimento.
Só para ter uma ideia dos salários, um escrivão ou um agente de investigação em Sergipe recebe R$4.940,48; na ‘PEC’ da Paraíba, como ficou conhecido o projeto, quem ocupa os mesmos cargos na classe especial receberá em janeiro de 2011, R$3.393,00. O primeiro reajuste vem em maio de 2011 e fica em R$3.599; em outubro, R$3.805. O escalonamento termina em julho de 2012, com R$4.423. O subsídio começa a ser pago em janeiro próximo.
A expectativa da categoria é que amanhã seja aberto um canal de diálogo com o chefe da Casa Civil, Inaldo Leitão. “Estamos aguardando ele nos dar um posicionamento, informando o horário em que devemos nos encontrar”, disse Bezerra. Estão em greve desde o último dia 25, os agentes de investigação, motoristas e escrivães. Segundo a Aspol-PB, apenas a Central de Polícia e a 9ª Delegacia Distrital, em Mangabeira, estão abertas para atender o público. Informação que foi desmentida pelo delegado-geral da Polícia Civil, Canrobert Rodrigues na semana passada. Ontem, no entanto, ele não atendeu as ligações para falar sobre o assunto. As tabelas com os reajustes foram publicadas no domingo no Diário Oficial, com a assinatura do governador José Maranhão, derrotado nas urnas no segundo turno. A categoria em greve quer a correção dos valores imediatamente, sob pena de dar prosseguimento ao movimento.
Só para ter uma ideia dos salários, um escrivão ou um agente de investigação em Sergipe recebe R$4.940,48; na ‘PEC’ da Paraíba, como ficou conhecido o projeto, quem ocupa os mesmos cargos na classe especial receberá em janeiro de 2011, R$3.393,00. O primeiro reajuste vem em maio de 2011 e fica em R$3.599; em outubro, R$3.805. O escalonamento termina em julho de 2012, com R$4.423. O subsídio começa a ser pago em janeiro próximo.
Jornal da Paraíba

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